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sábado, 17 de outubro de 2015

"A-ha! Aqui estão vocês!" - Análise (da expectativa e) do show do a-ha em Recife, 2015

TEXTÃO À VISTA! :)

08-10-2015.

Que dia, meus amigos, que dia!

Ou melhor, que noite.

A uns 5 anos atrás, o trio musical de noruegueses mais famoso anunciava seu fim. O A-ha, banda formada lá nos anos 1980, faria sua turnê mundial de despedida em 2010. E passaram pelo Brasil, inclusive. Vieram ao meu estado, inclusive. E à minha cidade, inclusive. E eu não fui! :'( :'( :'(

Vou explicar-lhes uma situação: eu sou fã da banda. Pra ser mais específico: não querendo desmerecer as pessoas em geral, mas eu sou fã de música. Da mesma maneira que a maioria das pessoas é super fã de livros, filmes e séries, eu me dedico a ouvir e analisar música (e fazer, eventualmente, assim como tem gente que lê bastante e por isso escreve muito melhor que eu). E, apesar de ainda me faltarem muitas horas de audição de música pra me considerar um cara minimamente conhecedor de música, eu sou fã do A-ha. (parabains, Phil)

Por que eu falei de não querer desmerecer as pessoas em geral? Porque a maioria da turma, em geral, vai a lugares que tem música não pela música em si, mas por qualquer outra coisa. Exemplo: baladas e festas por aí; a música é sempre a mesma (no meu caso, Pernambuco, é sempre o forró estilizado de sempre e um DJ qualquer entre uma banda e outra), é geralmente ruim (opinião própria), e quase ninguém se importa com a música, mas a música é apenas uma tentativa de quebrar o silêncio e criar uma ambiência pra curtir o momento, desestressar da semana, flertar um pouco, encher a cara, etc. E eu odeio fazer isso, pra mim música tem que ser ouvida, tem que se dar atenção a ela.

Magne, Morten e Paul: a-ha
Mas voltando ao foco do texto: sou fã do A-ha. Isso veio desde 2005. Explicarei em breve a história lá no meu blog pessoal (algo que lhe salvará tempo de ler um textão se você resolver continuar aqui mesmo) (mas espero que você seja curioso e vá lá ler :D ). Eles são noruegueses, a banda se formou em 82 (mas consideram o início em 85, quando lançaram o primeiro álbum) e de cara foram sucesso na Europa. E por serem uma banda antiga e internacional, conforme o tempo passa é complicado esperar os caras virem ao Brasil. Eles fizeram muito sucesso aqui, muito mesmo (ainda bem) mas mesmo assim, suas turnês são mundiais e a gente tem que ter paciência.

O fato é que a banda, de 82, durou até 94. Eles acabaram mesmo. Mas, ainda que a contragosto, se apresentaram no Nobel em 98, e resolveram voltar; daí, foram de 2000 até 2009, quando anunciaram uma turnê de despedida (Ending on a High Note), que terminaria em 2010. Dessa vez pareciam que iam acabar mesmo, afinal eram 25 anos de estrada, rostos e vozes desgastadas, uma bagagem grande na vida. E de fato vieram ao Brasil, e à minha cidade. Mas afinal, qual o motivo do meu choro lá em cima? É que eu não fui pro show em 2010! Eu tinha 16 anos, ok, mas eu gostava muito da banda. E saber que viriam a Raincife (tava chovendo, Morten até ficou resfriado) mas não poder ir foi ruim. Imagine sua banda favorita anunciar um show em sua cidade a um preço razoável de ingresso mas você não pode ir? :(

Então, a esperança morreu ali pra mim. E pra um monte de gente. Só restou ouvir a banda ao longo dos anos. Reviver os álbuns, etc... 

...até quem no final de 2014 saiu um super anúncio no Jornal Nacional: O A-ha vai se apresentar no Rock in Rio. :O

Cara, tipo... a reação inicial foi TENHO QUE COMPRAR ESSE INGRESSO E ESSAS PASSAGENS JÁÁÁÁ. Eu realmente queria ir. E tinha amigos(as) que iriam junto! Pilhei mesmo. Fiquei frustradão quando descobri que não seriam a atração principal (que foi Katy Perry! argh), mas ainda fiquei querendo ir, até que, navegando nas interwebs, achei outra notícia... o A-ha vai fazer uma turnê pelo país após o Rock in Rio...  E VAI PASSAR EM RECIFE.

MEU. JESUS. AMADO.

Fiquei até assustado. Cara, sério? A-ha está de volta mesmo? Daí eu entendi que era não só um show, mas uma turnê de um álbum novo, Cast in Steel (muito bom por sinal, mas só ouvi faz pouquinho tempo). E pilhei de novo. Comprei ingresso, alguns amigos e minha família morreram de vontade mas ninguém podia ir, então eu meio que fui representando eles lá. Os dias passavam e a expectativa aumentando, até chegar essa bela quinta-feira. (um obrigado a minha amiga Consthanza que também é super fã deles e foi comigo lá.)

O show foi incrível, pra falar a verdade eu custei a acreditar que eu realmente estava ali próximo da banda. Mas cantei as 20 canções o mais alto possível -- mesmo as mais recentes! Vamos ao setlist e um breve review de cada faixa:

The Wake: canção nova, do álbum Cast in Steel. Essa eu não conhecia :P
I've Been Losing You: clássica! Álbum Scoundrel Days bem representado logo de cara. Após o silêncio inicial da canção desconhecida, o povo cantou em coro, especialmente o refrão, e a ficha de que eles realmente estavam ali começou a cair, finalmente.
Cast in Steel: faita-título do novo álbum, bela canção, de verdade!
Cry Wolf: WOOO OOOO, TIME TO WORRY! :P Essa eu gravei! Tá no final do post, confere lá.
Move to Memphis: uma de minhas favoritas, tirada do álbum de 1993, Memorial Beach (controverso e de um período chato dos integrantes, se separaram um ano depois).
Stay on These Roads: essa eu mandei pro meu Instagram. Outra clássica! Faixa-título do álbum de 1988. Canção muito bonita, a letra é encantadora e a música só faz o conjunto ser perfeito! *-*
Scoundrel Days: A mais rock'n roll do show, amei essa versão ao vivo. Por isso gosto tanto de coisas ao vivo, às vezes os truques de estúdio enganam e a música não tem o peso e a ênfase que deveria ter, e ela não soa tão rock no álbum, parece um pop qualquer. Um viva aos lives!
Crying in the Rain: canção de Carole King, famosa pelos Everly Brothers, A-ha regravou em 1990 e daí por diante todos a amam também. (detalhe pra um monte de gente lá na plateia chorando mesmo sem estar chovendo... ops :x )
We're Looking for the Whales: pelo visto, o álbum Scoundrel Days de 1986 entrou em peso nessa turnê (mesmo 2015 sendo aniversário de 30 anos do álbum anterior a ele), e essa faixa mais pop e não tão conhecida teve seu lugar no show. E eu gosto muito dela :D ou seja, fui um dos únicos a ficar dançando e cantando ela em meio a 16 mil pessoas, hehe.
Sycamore Leaves: um rock mais stoner, faixa bem trabalhada, classicão! Também de 1990. O peso dessa foi bem trabalhado, gostei pra caramba.
Hunting High and Low: preciso mesmo falar dessa?
The Swing of Things: Outra favorita minha, outra de 1986, outra letra que bate fundo na alma.
Forest Fire: mais uma nova, essa é mais animadinha, gostei bastante de ouvi-la no Rock in Rio. Sem querer ser herege, ela me lembra muito Take On Me.
You Are the One: clááássica! Uma das mais aclamadas pelos fãs, divertida, dançante (mamãe que o diga), gostosa de ouvir e cantar (pra alguém, inclusive).
Foot of the Mountain: faixa-título do então último álbum, de 2009, que me fez suar pelos olhos quando descobri que iriam acabar a banda de vez.
Soft Rains of April: aí sim, fomos surpreendidos novamente. Essa faixa eu ouvi pouco na minha caminhada de fã, então fiquei na minha. Mas aí o show acabou...

até voltarem com:

The Sun Always Shines on T.V.: preciso mesmo falar dessa? (2)
Under the Makeup: essa é nova! Muito linda! Olha, pra mim ela merecia uma vaga numa novela da Globo. Sério! Eu a ouvi ainda antes do Rock in Rio (porque eles liberaram essa faixa pra galera ouvir) e consegui aprendê-la a tempo :D
The Living Daylights: tão clássica que a turma às vezes esquece que foi tema de 007. E geralmente a mais divertida e agitada nos shows, desde o primeiro DVD que assisti. Magne empurra mesmo a galera, até Morten se solta um pouco. E aí o show acabou, de novo...

mas claro que faltava...

Take on Me: PRECISO MESMO FALAR DESSA? Voltaram pra cantar o maior sucesso de todos os tempos, uma das músicas clichês dos anos 80, e a única que a maioria cantou (as outras eles só filmaram, rsrs).

Lembra quando eu falei que odeio quando a música não tem a atenção que merece? Essa foi a única raivinha que tive nesse show, porque a imensa maioria das pessoas cantou 4 ou 5 no máximo... o resto foi só filmar, umas palmas aqui e ali, e etc. Quer dizer, foram pelo hype? Pelo status de dizer que estiveram onde o A-ha tocou? Pra preencher o Instagram? Sei lá. Até meus pais, que pouco sabem inglês, conheceriam mais canções que muitos daqueles presentes. Mas essa raivinha passou logo, porque preferi me concentrar em curtir a presença de uma de minhas bandas favoritas de todos os tempos.

E mais uma coisa: entendam que eu falei faixa por faixa, mas é lógico que não é fácil fazer um review de show, porque não é fácil transmitir a atmosfera do lugar e a energia da banda no palco. Então fiz o que pude nas descrições acima! ¯\_(ツ)_/¯ Mas o show foi muito bom. 2 horas de duração. O som estava muito bem ajustável, a banda teve uma performance impecável, mas a voz de Morten... isso era o que todo mundo tinha medo. O fato é que a voz dele não é mais tão cheia e forte como foi antes (pô! 30 anos cantando, é lasca), mas a entonação e a imposição da voz continuam perfeitas. O conjunto todo da obra, na verdade, soou ainda melhor do que a banda em 2010 (que como eu disse eu não vi ao vivo aqui, mas vi o DVD lançado). É quase como comparar suco de uva fresco, colhido no pé (início da banda) com um vinho antigo e suave (agora): ambos são bons, cada um com suas características, mas a essência da uva estará sempre lá, e a essência do A-ha estará sempre lá, não importa o caminho que eles percorram.

Até a próxima, A-ha. E voltem sempre que puderem. Eu e mais 16 mil estaremos prontos pra lotar aquela casa de show novamente.
(Ou quem sabe, 60 mil em um estádio... vocês são capazes disso, já colocaram 198 mil no Maracanã!)



A-ha - "Cry Wolf" | Recife, 08.10.2015.
O melhor dia do ano. :D

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Top 5: Os piores shows da minha vida!

Quem mora em São Paulo tem o grande privilégio de assistir a grandes shows nessa terra querida! Mas nem tudo são flores, e assim como podemos ver shows incríveis, às vezes assistimos uns que era melhor ter ficado em casa vendo o filme do Pelé.
Falar sobre show ruim não é tão prazeroso assim, e nesse post vou tentar me lembrar dos meus 5 piores shows que já fui na minha vida. Borá ver se os neurônios ainda se lembram...

Há indícios de que este show acima foi melhor do que os listados abaixo.


5 –Red Hot Chilli Peppers

Resolvi deixá-los logo no começo pois o caso deles não é que tenha sido ruim, mas também não foi tão bom assim.
Diria que foi decepcionante pelo fato de quando eu fui assisti-los o meu ídolo maior, John Frusciante, já não pertencia mais a banda. Realmente não tenho o que me queixar desse dia, assisti ao show de local privilegiado, não paguei ingresso, longe da muvuca, e ouvindo o som a uma boa altura e vendo os caras pelo telão. Uma das minhas bandas preferidas, a única queixa realmente foi a falta do Frusciante. Pra quem está acostumado a assistir o RHCP pelo Youtube e ver os solos fritos dele, ter visto aquela apresentação morna é de quebrar qualquer expectativa.

4 – MGMT

Esse dia já começou bugado. Eu e meu brother compramos o ingresso de um colega de trabalho, que ganhou o ingresso e vendeu depois pra gente por um preço bem <ironia>supimpa</ironia>. Chegamos no nosso já conhecido Campo de Marte, entramos ao festival e começou o show dos mineiros do Skank. Até então nunca havia visto um show deles e confesso que me surpreendi com o Samuel Rosa, o fominha da guitarra.
Autor da chuva, e co-autor das músicas.
Até essa hora estava bem, até que, no auge da seca da Cantareira, longos meses sem chuva em São Paulo começa uma tempestade enviada pelo Satã no show deles. Aí a terra virou lama, o tênis novo foi pro saco, o dedão do pé ficou apertado, a chuva não parava, não tinha mais capa de chuva, as costas começaram a doer e tudo conspirando a nosso favor.
Mas o que parecia ruim conseguiu ficar pior, e isso tem nome: MGMT.
PUUUUTA QUE PARIU!!! Quase fui até a recepção pegar minha parte de volta por conta desse show! Pensa numa plateia revoltada (sim, não foi apenas eu e meu amigo que odiou eles) eles conseguiram fazer uma plateia brasileira empolgada após o show do Skank entrar em depressão com o show deles. Terrível a apresentação, apenas aquela música famosinha deles, Kids, conseguiu animar a galera. Fora isso, uma apresentação baseada em sintetizadores e músicas estranhas, que se você não conhecer previamente as músicas, soaram muito estranhas ao seus ouvidos.
Fica a dica, a não ser que você seja um fã de carteirinha deles, não perca seu tempo com um show deles, risco grave de se decepcionar.

3 – Los Hermanos

Sempre admirei muito essa banda, apesar de sempre escutar grandes conhecedores de música falarem muito mal a respeito deles. Em 2012 eu acho, não lembro agora, eles resolveram fazer um turnê Brasil afora, e como eu nunca havia visto um show deles resolvi pagar um precinho salgado e ver esse show.
Ahhhhhhh se arrependimento matasse...
Após esse show entendi porque tanta gente fala mal deles...
Pensa num velório, consegue ser mais animado...
Caro, sem sal, sem açúcar. Resumo isso ao show deles. Uma abertura com um DJ meia boca, até os bailes funk, ou uma balada em Mogi das Cruzes, conseguem arrumar uns DJs melhorzinhos.
Eles são incríveis no estúdio, mas ao vivo senti que faltava algo. Talvez tenha sido apenas uma impressão errada da minha parte, às vezes era eu que não estava no espírito do show, mas que eu voltei decepcionado e nunca mais pagarei valores absurdos pra ver o show deles isso pode ter certeza. 
Prefiro continuar ouvindo aqui no CD que eu ganho mais.

2 – Jeito Moleque

Pra ninguém pensar que só vou falar sobre bandas de rock desanimadas, agora vem um grupo de pagode pra vocês. E antes que pensem besteira, eu já assisti a muitos show de samba/pagode na minha vida, então esse não foi um caso isolado.
Imaginem o cenário:
Novinhas, Jogos Universitários, novinhas, bebida, novinhas, dorgas, novinhas...
Tudo conspirava para ser um role memorável, Engenharíadas 2015, Volta Redonda RJ, todo mundo reunido pra curtir o rolê, aí você olha as atrações do evento:
Mc Ludmila (Mc Beyonce, aquela que você "não pode olhar pro lado, porque o bonde tá passando"), Furacão 2000 (aqueles funks de 00’ como o menino Jonathan da nova geração, Bonde do Tigrão e derivados), Buchecha, uns outros artistas random e o grande e aguardado grupo Jeito Moleque.
Possível resultado ao fim do show do Jeito Moleque.
Ou talvez beeem antes do fim.
Caraca moleque, os caras conseguiram fazer a proeza de pegar o 1º lugar dessa lista do Engenharíadas, e olha que estava difícil a competição hein...
Eu já vi muito show de pagode, e em todo show de pagode a mulherada tá lá na frente cantando, dançando e tudo mais, só que nesse show do Jeito Moleque o que eu vi foi a galera ir pra outra pista curte um eletrônico/funk que um outro DJ estava tocando.
Ainda bem que não faltava bebida e tinha 2 palcos essa festa, porque esses aí conseguiram esvaziar a pista...


1 – Matanza

Antes de falar sobre eles, gostaria de fazer uma observação sobre a extinta MTV.
Muita gente que hoje fala mal da Globo pelo seu poder de manipulação, era um fã assíduo da MTV. E sabe qual o interessante disso? A MTV sempre conseguiu fazer a cabeça da galera. Era só eles falarem que tal banda era boa que todo mundo escutava. Isso aconteceu com Marcelo D2, O Rappa, Charlie Brown e com o Matanza. Naquela época Matanza era uma febre, chovia frases no Orkut, clipes disparados em primeiro lugar em listas, todo mundo era fã deles.
Menos eu.
Confesso que eles tem uns pontos legais, letras bem feitas, um som até que um pouco agressivo, uma pegada diferente. Mas é apenas isso de bom. Acredito que o resto foi tudo produção da MTV e consumido com muito sucesso pelos jovens que levaram esses caras a um sucesso considerável naquela época e hoje em dia nunca mais vi ninguém nem postar clipe deles no Facebook.
Enfim, a parte disso tudo, estava eu e um amigo sábado a noite sem fazer nada, então resolvemos ver o show deles, não havia nada a se fazer mesmo.
Como se fizesse diferença o que você acha ruim, Estêvão.
E agora eu falo porque eles conseguiram o 1º lugar dessa lista.
Eles fizeram um feito histórico em minha vida: Eu entrei no show deles, escutei uma música, e fui embora. Foi exatamente isso, peguei o dinheiro do ingresso e praticamente queimei! Não fiquei nem 10 min assistindo esse show e digo que foi o suficiente para o meu ódio a eles ter aumentado.
E só pra constar, enquanto escrevia esse post, perguntei ao meu amigo qual foi o pior show da vida dele e obtive a mesma resposta: MATANZA.
Realmente, um bando de marmanjo sujo, produto da MTV, que tocava pra um público que infelizmente naquela época não era pra eles. Espero que agora longe da mídia eles consigam fazer o som deles, pra quem curte realmente o som deles.

Moral da história: Talvez eu não estivesse preparado para todos esses shows, ou estava muito bêbado ou muito sóbrio, não sei também. Mas show é diferente do CD no estúdio. E é o que eu digo, já vi muito show com grande produção ser uma merda, e já vi também apenas 1 cara sozinho cantando e tocando violão fazer uma apresentação memorável. Isso a tecnologia ainda não conseguiu substituir... a magia que a música traz às pessoas.