Mostrando postagens com marcador Perguntas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Perguntas. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Pergunta #09: Qual a lembrança mais marcante envolvendo artes?

Opa!
Hoje nós da equipe do blog tivemos uma pergunta pra responder. A pergunta foi a seguinte:

"Qual a primeira lembrança marcante (boa) de alguma arte (música, cinema, teatro... a mais marcante delas) que você teve?"

Então, saca só as respostas de cada um:


"Bom, eu sempre tive muitos bons momentos com a arte, afinal de contas, faço arte desde que eu sou eu (hehe). Mas, vou citar duas experiências muito marcante pra mim e que, estarão sempre em minhas memórias. Em 2012, fundei uma banda de rock altenativo com os amigos de ensino médio chamado Distrito92. Tocamos durante 1 ano e, nesse pouco tempo houve troca de integrantes várias vezes. A banda tinha passado por três formações em menos de 11 meses. O mais marcante desse período foi o 10 de agosto de 2013 que fizemos um show acústico de encerramento da banda para uns 10 amigos. Foi muito, muito, muito demais! Tocamos nossas músicas e alguns covers. Encerramos somente comigo e o meu amigo Jussan Mendonça da formação inicial. Convidei um outro amigo pra tocar violão conosco, que entrou como um músico de apoio e, assim encerramos a banda. Essa foi uma experiência muito inesquecível. Vida com banda: ensaios, shows, composições, piração, apresentação em rádios, muito show!
Minha outra experiência com a arte também envolve a música e mais ou menos no mesmo ano. Foi quando a banda Rosa de Saron gravou seu melhor disco: "O Agora e o Eterno" em 2012. Eu ouvia esse disco repetidamente todos os dias e não cansava e nem enjoava nunca. Passei por muitos problemas nessa fase (adolescência sabe? é complicass!) e esse disco me ajudou em várias áreas da minha vida. Inclusive, ele marcou minha transição de um bairro para outro ( qual resido atualmente). Ele me ajudou em momentos que eu estava na bosta e sem ânimo pra (quase) nada. Eu amo essa banda e esse álbum gente! É isso! :) "
-Jhonata Fernandes

"Eu poderia dizer irrefletidamente que foi quando assisti pela primeira vez o filme "Um Amor Para Recordar", por que ao final do filme eu chorei feito um bebê, mas chorei muito mesmo. Ou... ter ido ao show do Humberto Gessinger, sim, porque foi um momento muito marcante, talvez eu nunca mais possa assistir a outro show dele.
Porém, o que mais me marcou, e tenho certeza que jamais esquecerei em toda a minha vida, foi quando ouvi pela primeira vez à música "Far Away" do Nickelback, Díos Mío! Eu estava na sala de aula, estudava o Terceiro ano do E.M, tinha 17 anos. Uma das minhas colegas colocou a música pra tocar, desde as primeiras palavras eu me apaixonei, por música e voz, quis logo saber quem cantava, peguei a letra com essa mesma colega, e procurei aprender. Desse dia em diante em virei fã da banda e ninguém abala esse sentimento! ;) "
-Maria Lima

"Pergunta de prova essa, pois vou ter que revirar no meu baú de memórias...
Bem, acho que na infância nosso principal contato com a arte são os filmes, sejam da Disney ou não, mas na minha infância assistia mais filmes do que hoje. E um que me marcou muito foi o Rei Leão. Acredito que por ser meu signo, eu levei essa história muito próxima a mim.
Quanto a música, acredito que a primeira lembrança boa foi quando eu fui tocar na Vila Madalena, isso com uns 14/15 anos, com a minha banda. Aquela época era boa, não tinha a inteligência artística que tenho hoje, porém a vontade era muito maior.
É isso aí!"
-Estevão Rockefeller

"Eu tenho 3 momentos bem marcantes, dois com musica e um com dança:
1. Minha irmã comprou o CD Californication (RHCP) por causa de This Velvet Glove, que era tema de Malhaçao. Outro dia (eu tinha 6 anos) ela pôs o CD pra tocar. EU PIREI. Cara, o que era aquilo??? Foi meu primeiro rock. Aquele CD tá gravado no meu coração, e ainda mais depois de conhecer a historia da banda.
2. Outro dia eu tava vendo MTV com meu primo, nós tínhamos 9 anos e o programa era apenas de clipes. Daí ele disse "o próximo vai ser Linkin Park... Vê só." Dito e feito! Foi Numb. Daí eu falei "ah é? Então o próximo é Evanescense!" E veio Bring Me To Life HAHAHA (aquele dia eu deveria ter jogado na Mega Sena)
3. Esse mesmo primo anos mais tarde virou B-boy e me apresentou o breakdance e o movimento hip-hop. Isso mudou PRA SEMPRE minhas percepções de arte, dança, cultura, estilo de vida. Mas o jeito que isso começou... um sábado na casa dele, ele afastou o sofá e colocou um DVD... Red Bull BC One, a edição de 2005. PIREI, again. (Procure assistir se vc não conhece, tem no Youtube). Desde entao nunca mais larguei as batidas e os passos (apesar de eu ser um barril hoje).
PS: Será que dá pra considerar artes marciais e automobilismo? Sou apaixonadíssimo por essas duas categorias de esporte. Mas daí a lembrar quando eu comecei a gostar... nem sei, faz tempo demais!"
-Phil Santos

Ufa! E é isso aí. :)

Ei, calma lá. Você aí tem uma pergunta pra gente? Uma curiosidade, uma dúvida, uma pergunta sobre opinião ou etc e tal? Deixa aí nos comentários que em breve a gente responde!

Abraço forte, vlw flw!

segunda-feira, 4 de maio de 2015

#08: O que te fez integrar a equipe do blog?

Opa!  Como vamos? Bem, tem pergunta pra responder, então vamo nessa.

(edit: confesso que ficou meio ruim pra entender. Bem, esse post é da tag Perguntas, onde cada colaborador, de vez em quando, pensa em 2 ou 3 perguntas, leva pra amigos, pra turma que curte a page no FB, etc, e a mais votada a gente traz pra cá pra respondermos. Se os amigos leitores quiserem perguntar algo, comentem e poderemos responder num post futuro!)


Basicamente, estou aqui porque aceitei o convite do Jhonata. Mas basicamente, nesse caso, é básico demais. Ele me apresentou a ideia do 5 Graus de Miopia (aliás, esse seria o nome do blog), me perguntou se eu conseguiria seguir essa linha, e eu disse que nem tanto... amor/paixão platônica (e seus correlatos) não é bem minha praia, eu sou um cara mais voltado à reflexões cotidianas, mesmo amando música romântica e melosa (nesse momento ouço "Total Eclipse of the Heart" da Bonnie Tyler)(anos 80 ♥), mas eu não saberia produzir esse tipo de conteúdo por muito tempo. Dito isso, eu até fiz um 5GDM, chamado Frenético. Nem sei quando terei inspiração pra fazer outro. Espero que não demore!

Justamente por essa resposta minha, ele me abriu espaço. Algumas seções do blog vieram daí. Eu me encaixei onde deu, e ainda estou aprendendo, sou muito prolixo nas ideias (gasto 1kg pra falar 100g), e ainda por cima tenho muito pouco tempo livre, mas agradeço demais pela oportunidade de me testar, de crescer liricamente, e de quebra fazer o blog crescer e ter mais diversidade de público. Oh, e quero ter banda, então saber colocar as ideias num papel é importante, certo?

Fico feliz de ter sido o primeiro estranho a entrar aqui, pois antes era o Jhon apenas. (Spoiler: vocês não fazem ideia de como ele enche o saco ~kkkk~ nos bastidores, mas é por uma boa causa: pra que fique tudo organizado pra vocês, caros leitores. Tenho plena consciência disso!) E assim a roda do mundo gira, e a blogosfera vai rodando junto, para nooooooossa alegria!

Abraço forte!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

#07: Qual seu sonho de infância você acha mais ridículo?

Olá!
Depois de muito tempo volto a responder uma pergunta no blog, e desta vez uma pergunta mais leve, porém, não tão desmerecedora.

Bom, vamos lá!
Sou um cara pra lá de muito sonhador.
Acredito que em cada meia-hora que respiro, produzo dezenas de sonhos em minha mente bem futuro, e outros, bem próximos de ser realizados. Mas existe um sonho que tenho desde a infância, e dos milhares que tive dos 5 aos 18 anos, este é o único que perdura ardentemente em mim, que é o sonho de ser um cantor reconhecido nacionalmente. Não tenho vergonha nenhuma de falar que quero ter o meu trabalho reconhecido por todo o país. Creio que boa parte de quem grava, lança CD's, faz shows, querem que seus trabalhos alcancem o maior número de pessoas. E por que acho esse o sonho mais ridículo? Porque é deveras difícil para ser realizado! Poderia sonhar com coisas mais simples, ao exemplo de me formar em alguma área que eu ganhe bem (como minha mãe faz questão de insistir que eu faça isso), ou talvez algo mais bobo como ter uma casa na árvore (é um grande sonho meu, mas esse é bobo e não ridículo). Ser reconhecido pelo trabalho musical não é uma tarefa fácil, principalmente hoje onde as letras explicadinhas e nada poéticas, são centro da cultura de massa atual. Mas não desisto, e a prova disso é que vou deixar o link de um single que lancei em Janeiro desse ano.

Link: http://www.4shared.com/mp3/7VphMIpAce/Vem_Me_Ensinar.htm

Baixem, ouçam, compartilhem e vamos realizar o sonho mais ridículo desse mero jovem que vos escreve!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

#06: O que não pode faltar em sua playlist?

Bem, eu não diria necessariamente faltar, mas de tempos em tempos eu vou mudando a playlist, de acordo com meu humor, com o que eu vou passando na vida, e se algo perdeu a graça por um momento, eu ponho de lado e dou "chance" a outra coisa. Eu nunca deixo um item permanentemente no meu celular (que é meu player), puramente por falta de espaço quando quero fazer uma troca de álbuns (a menos que eu tivesse um iPod de trocentos GB, aí eu manteria tudo! :D )

É importante dizer que quando eu falo de "coisa", eu falo de um álbum inteiro. É minha forma de ouvir, aprecio um álbum inteiro, capto o conceito, mantenho a linearidade da gravação (tecnicamente falando) e do sentimento do artista. Nunca faço isso de dar um shuffle e misturar tudo, nem se eu desse uma festa e colocasse música só pra quebrar o silêncio eu faria isso.

Apesar dessa rotatividade, tem coisas que quando entram geralmente duram muito tempo na playlist, e quando eu tiro fico com remorso (sério!). Vão aí alguns itens:

  • Macaco Bong, pra mim uma das melhores bandas do país, curto tudo mas menciono em especial o EP "Verdão e Verdinho";
  • A-Ha, qualquer coisa pode entrar (gosto de ouvir todos os álbuns até 2002), mas em especial o "Live at Vallhall" que foi como eu os descobri de fato, parando pra assistir o DVD diversas vezes;
  • John Mayer, qualquer coisa dele;
  • Gogol Bordello, "Gypsy Punks" + "Super Taranta!" + "Trans-Continental Hustle" (ouçam essa banda, pelamor do Pai do céu);
  • Stereophonics, "Live From Dakota", que é meu CD oficial de fim de ano;
  • Paramore, "The Final Riot!";
  • U2, "All That You Can't Leave Behind" + "How to Dismantle an Atomic Bomb";
  • August Burns Red, "Home" e "Leveler";
  • Arctic Monkeys, ponho logo tudo de uma vez;
  • Stryper, "Second Coming", coletânea onde a banda regravou clássicos (literalmente foram ao estúdio e gravaram tudo, não fizeram o básico de juntar tudo e remasterizar pra não dar diferença de volume);
  • Oficina G3, geralmente o "Elektracústica" e o "Além Do Que Os Olhos Podem Ver";
  • Roupa Nova"Roupacústico" 1 e 2, e geralmente entram os dois ao mesmo tempo;
  • Cídia e Dan"Duetos Românticos" 1 e 2, e geralmente também entram os dois ao mesmo tempo (quem curte música romântica e música dos anos 70, 80 e 90 vai gostar disso);
  • Justin Timberlake, "Futuresex / Loveshow". É minha fraqueza pop, sorry;
  • Red Hot Chili Peppers, qualquer coisa do "Mother's Milk" pra frente;
  • System of a Down, eu costumo colocar os 5 álbuns de uma vez;
  • Uns shows de festivais, como Rock In Rio, Lollapalooza, Glastonbury, Reading, iTunes, Coachella... gosto DEMAIS de shows, tanto vendo ao vivo como ouvindo álbum, portanto curto muito ouvir álbuns ao vivo (oficiais ou bootlegs). Aliás, essa é a forma que eu geralmente descubro bandas, ouvindo ao vivo: na hora, sem truques de estúdio, com toda a energia da banda e da plateia, e se for vídeo confiro a performance de palco.

Tá bom ou quer mais? Haha!

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

#05: Quantas namoradas você já teve?

Esta pergunta é difícil de responder hein!
Mas vamos lá:
Comecei, digamos, a namorar de verdade, com 14 anos. Namorei com uma moça por uns 3 meses e acabou, claro que pela imaturidade. No ano seguinte namorei uma moça de 14 anos, quando eu estava no 1º ano do ensino médio. No meio para o final de 2012, mudei de bairro e namorei outra garota, esta, digamos, o amor da minha vida. O relacionamento durou uns 4 meses. Após namorei durante 3 meses com outra garota. Esses foram os namoros oficiais. Porém, tive uma fase bem anti-social e namorei com duas garotas virtualmente, uma cheguei a conhecer pessoalmente, pois morava em um município bem próximo da minha cidade, a outra ainda não tive a honra de vê-la pessoalmente. Mas eu a amo. Nos conhecemos a 3 anos e namoramos (virtualmente) cerca de 8 meses. Estamos na expectativa de que ela venha morar na minha cidade, e então iramos conversar melhor sobre o assunto!

Respondendo a pergunta dos leitores: tive 5 namoradas.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

#04: Por que escrever sobre questões existenciais?

A resposta mais óbvia seria: porque existimos. Então, questionar nossa existência é algo natural. O que fazemos aqui? Pra que sirvo? Pra que os outros servem? Mas nem sempre temos as respostas desejadas. Por outro lado, sempre temos alguma resposta, do nosso ponto de vista, vinda através de nossa experiência.
   Eu tenho bem poucas respostas pra vida, e a (enorme) maioria delas veio de outras respostas de outros auto-questionadores, que provavelmente importaram o conhecimento deles de outros, e por aí vai. Então, penso que,escrevendo sobre isso, posso ajudar e esclarecer um pontinho da vida de quem lê. E o comentário que você faz no post esclarece um pontinho meu, seja uma informação nova vinda do seu ponto de vista, ou um "cara, isso é tão eu!", indicando que não tô sozinho no mundo quando penso sobre determinado tema.
   E assim podemos entender um pouco mais sobre ser humano, ser gente, ser vivo.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

#03: Por que escrever sobre amor platônico?

   Creio que a pergunta é referente ao 5 Graus de Miopia né? Pois bem, quando adolescente, eu tive algumas paixões bobas e, uma extrema desilusão amorosa. Não posso mentir e nem dizer que foi ruim. Meus amigos até dizem: "Cara, por que tu escreve sobre ela?" E a resposta sempre é: "Ela vem nos meus textos!". Eles: "Então por que não escreve e joga fora?" E eu com um tom eufórico e cômico digo: "Velho, os textos são bons, nunca escrevi com tanto sentimento antes!"
 
  Então digo que "amor platônico" não é o termo, digamos, adequado para o que eu escrevo no 5GDM. Escrevo essas coisas melosas para afogar as lágrimas que nunca irão caíram, e com certeza nunca irão cair. E também não é só sobre mim, alguns textos são sobre relacionamentos próximos aos meus, mas que eu sempre escrevo na primeira pessoa.
 
   Quando escrevo nessa vibe, acredito estar contando a história de muitas almas que se sentem assim, apaixonados!

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

#02: Qual o assunto do blog?

Aqui falo de tudo e de nada ao mesmo tempo. Falo de culinária sem falar de arroz com feijão. Cito The Beatles sem falar da Yoco. Enfim, o blog é variável.
   O principal motivo pelo qual criei este blog, foi simplesmente para ter um espaço só meu onde posso interagir de diversas formas falando de diversos assuntos diferente. Mas é evidente como a predominância da cultura pop e musicologia do século XXI compõe os assuntos aqui. Para ser mais concreto, diria que o assunto do blog é a própria Cultura Pop.
   Gosto de falar de mim também, de minha rotina, conflitos e identidade. Fico na paranóia de que existem pessoas parecidas com o meu perfil! Então é isso, "Dialetos & Coisas Boas" é cultura, arte e vida!!!

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

#01: Por que criei o blog?

    Quem me conhece de perto, sabe muito bem que sou um amante nato da cultura pop. Assim como gosto muito das diferenças musicais: imagina um cara que ouve de Tom Jobim á Paramore. Pois é... Criei o blog com o intuito de postar entrevistas, resenhas, vídeos, interagir com a galera que assim como eu, ama a Cultura Pop Universal.

  Outro motivo para eu criar o blog é porque gosto muito de escrever. E não tem nada mais bacana do que escrever sobre o que gostamos, e para quem curte o mesmo que nós. Não ligue se ficar muito - sei lá - informal. A minha intenção é falar a "língua" de todos. Enfim, mais dúvidas, tire-as comigo...

E-mail: jhonatafernandes110@gmail.com